Ana Amélia Paulino, Camila Colpo e Nathália Secco representam Goiás na lista das 100 mulheres poderosas do agro da revista Forbes, divulgada na quinta-feira (15), Dia Internacional da Mulher Rural. O ranking reúne produtoras, pesquisadoras, empresárias e lideranças do agronegócio brasileiro. As três goianas atuam em Porangatu, Formosa e Rio Verde.
Ana Amélia Paulino, de Porangatu
Advogada de formação e pecuarista, Ana Amélia Avelar Ferreira Paulino preside o Sindicato Rural de Porangatu, no norte de Goiás, e a Comissão de Equideocultura da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg). Há dois anos, tornou-se a primeira mulher a presidir o sindicato de Porangatu e disputa a reeleição no fim de outubro. Ela administra a Fazenda Barra das Onças, em Trombas, com cerca de 3 mil bovinos da raça Nelore, além da criação de cavalos. Filha e neta de produtores rurais, estudou direito em São Paulo e voltou à fazenda depois de formada. Nas redes sociais, comemorou a inclusão na lista.
Camila Colpo, de Formosa
Engenheira agrônoma formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Camila Colpo preside a Boa Safra Sementes, empresa familiar criada em 2009, em Formosa, que fechou 2025 com receita líquida de R$ 2,62 bilhões. Ela já havia sido incluída em outra lista da Forbes, a das mulheres mais poderosas do Brasil. Em depoimento ao g1, disse que representa Formosa, o interior de Goiás, o agronegócio e as mulheres que trabalham no campo.
Nathália Secco, de Rio Verde
A ex-cantora Nathália Secco atua com inovação tecnológica em Rio Verde. Segundo a reportagem, os projetos dela em fazendas geram redução média de 40% nos custos de herbicidas.
Fonte: g1 Goiás (reportagem de Letícia Fiuza e Bárbara França). Imagem ilustrativa: INPE/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0).
